segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Dia 22 - 4 de novembro

(Visão de Paris do alto da colina do Sacré-Coeur)
Dia reservado para andarmos à vontade por Montmartre, pois não tínhamos feito isso ainda. Queria também apagar o trauma do africano que me perseguiu no pé da colina do Sacré-Coeur.

O passei a Montmartre incluiu: Église Saint Pierre (séc. XII, a mais antiga da cidade), Place du Tertre (a charmosa praça dos pintores que pintam ao ar livre), átrio do Sacré-Coeur, les Vignes (único vinhedo da cidade de Paris), Au Lapin Agile (o cabaré), descida da butte, passando por aquele lindo jardim, pelo carrossel, enquanto as cenas do filme com Amélie Poulain me vinham à cabeça... Ruas de artesanato, Boulevard Clichy, Place Pigalle, Moulin Rouge, funicular e uma ida ao Parc de la Turlure, um jardim simpático no alto das escadarias que terminavam no prédio em que alugamos o apartamento.

Comprei uns pôsteres para colocar em molduras, belos e baratos.

Almoçamos no apartamento, saímos de novo para irmos ao Musée du Carnavalet, gratuito, maravilhoso, todo sobre a cidade de Paris. Imperdível. Surpreendeu-me muito. É mais um daqueles museus com tantas obras que a gente cansa.

Depois fomos ao pequeno jardim que o ladeia, onde uma legião de pardais comeu em minha mão as migalhas de um sanduíche. Passamos mais temop neste jardim do que pretendíamos.

Depois, fomos à Église de la Madeleine, que não se deve deixar de visitar por nada. Caminhamos pelo elegante Boulevard do Feaubourg Saint-Honoré, vitrines encantadoras, lan-house...

Ah, é dificílimo achar lan-house em Paris. E os teclados são diferentes. A gente fica doido.

O valor que paguei foi de 3,20 euros por meia hora para duas pessoas (cada uma em um computador).

Passamos em um supermercado lá perto, onde compramos mais abastecimento para nossa despensa.

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