Um dia estressante, por conta da fila no café da manhã no hotel, do "gerente" arrogante do serviço de alimentos e bebidas, a conexão da internet que não estava disponível na noite anterior...
Sabe aquela coisa de piada?
"Tem conexão de internet?"
"Tem... mas não funciona..."
Ora... ou tem, ou não tem...
A simpatia do bilheteiro do castelo de São Jorge, no alto de uma colina da parte antiga da cidade, compensou. Não havia desconto para professores, mas ele fez os dois bilhetes pela metade do preço, por consideração. Em contrapeso, encontrei duas senhoras mal humoradas no balcão de ingressos do claustro da Sé de Lisboa. Lá não teve conversa, nem sorriso. Desconto pra ninguém.
O pior estava por vir: o escândalo da bilheteira da estação fluvial do Cais de Sodré, que foi a gota d'água para eu não mais ter vontade de voltar a Lisboa.
Antes de subirmos ao castelo, o primeiro roteiro do dia, quase pegamos um tramway para Belém, pois achávamos que ele fazia o percurso que procurávamos. É tudo muito sem informação em Lisboa, sem placas, sem sinalizações para turistas... Você tem o tempo todo de ficar procurando o motorista e perguntar pra onde vai, onde fica, quanto tempo dura... Muito chato isso.
Resolvemos subir andando pela Alfama, entre ruelas, vielas, escadas e roupas penduradas em varais... Cansa bastante a subida costurada.
O castelo vale à pena. É bonito, é agradável, a vista é linda e, ainda por cima, conheci a famosa (para mim) Torre do Tombo, algumas vezes falada nos estudos de Literatura Portuguesa, hoje chamada Torre Ulisses. Era lá que por muito tempo os documentos importantes do reino foram mantidos. E as oliveiras, árvores maravilhosas, carregadas de azeitonas, as quais pisávamos tantas vezes... Custei a acreditar. Azeitonas pretas e verdes... Que dó, rsss...
Tiramos também fotos do bairro da Mouraria, célebre nos fados, vimos mais uma vez o Tejo ao fundo, competindo com outros turistas por um lugar na murada do castelo para uma boa foto...
Fizemos em seguida a Sé de Lisboa, visitei a igreja e a cripta da igreja de São Francisco de Lisboa, seu museu sacro (uma das igrejas mais abençoadas da Europa, com certeza), e pegamos um dos tradicionais bondinhos (eléctricos) amarelos para descermos até a praça do Rossio. Ainda deu pra dar uma espiada na igreja de São Domingos, procuramos a internet e, enfim, fomos lanchar próximos à margem do Tejo, no Cais do Sodré.
As igrejas de hoje, com exceção a de S. Francisco, me deixaram deprimido, juntamente com as tantas grosserias das pessoas... Ainda assim, recomendo que visitem o claustro da Sé, pois é muito interessante, cheio de escavações...
Quem for a Portugal, fique de olho no Pingo Doce. É uma cadeia de supermercados que existe em todo lugar. Tudo ótimo, de preços bons, produtos diferentes, com grande variedade. Por favor, desconsidere a rudeza dos portugueses que forem atendê-lo nos balcões deste supermercado e pense nas gostosuras que comerá... Sim, eu também fui mal atendido nos supermercados!
Eu fiz toda a lista dos produtos que comprei nos supermercados, mas tá ficando muito chato digitar tudo... Prefiro deixar algumas sugestões, para as pessoas terem ideia, em vez de escrever tudo o que comprei. Assim, ninguém também me chamará de guloso.
Só para terem uma noção... Um pacotão de batata chips no Pingo Doce sai por 49 centavos! Muito mais barato do que no Brasil; 4 pães de sal (que eles chamam de "brasileiros") custam 64 centavos; 1 kg e 600g de peras custou 59 centavos!!! E por aí vai...
Castelo de S. Jorge: 5 euros
Claustro da Sé: 5 euros (não vale, em comparação com o castelo, mas tem de ir...)
Museu da Ig. de Sto. Antônio: de graça!
Barca ida e volta, atravessando o Tejo: 4,24 (para 2 pessoas). Fomos até uma localidade pertencente à cidade de Almada, onde um homem tocava muito mal uma gaita de foles... Que tédio... Demos uma voltinha e pegamos a barca de volta...
Sabe aquela coisa de piada?
"Tem conexão de internet?"
"Tem... mas não funciona..."
Ora... ou tem, ou não tem...
A simpatia do bilheteiro do castelo de São Jorge, no alto de uma colina da parte antiga da cidade, compensou. Não havia desconto para professores, mas ele fez os dois bilhetes pela metade do preço, por consideração. Em contrapeso, encontrei duas senhoras mal humoradas no balcão de ingressos do claustro da Sé de Lisboa. Lá não teve conversa, nem sorriso. Desconto pra ninguém.
O pior estava por vir: o escândalo da bilheteira da estação fluvial do Cais de Sodré, que foi a gota d'água para eu não mais ter vontade de voltar a Lisboa.
Antes de subirmos ao castelo, o primeiro roteiro do dia, quase pegamos um tramway para Belém, pois achávamos que ele fazia o percurso que procurávamos. É tudo muito sem informação em Lisboa, sem placas, sem sinalizações para turistas... Você tem o tempo todo de ficar procurando o motorista e perguntar pra onde vai, onde fica, quanto tempo dura... Muito chato isso.
Resolvemos subir andando pela Alfama, entre ruelas, vielas, escadas e roupas penduradas em varais... Cansa bastante a subida costurada.
O castelo vale à pena. É bonito, é agradável, a vista é linda e, ainda por cima, conheci a famosa (para mim) Torre do Tombo, algumas vezes falada nos estudos de Literatura Portuguesa, hoje chamada Torre Ulisses. Era lá que por muito tempo os documentos importantes do reino foram mantidos. E as oliveiras, árvores maravilhosas, carregadas de azeitonas, as quais pisávamos tantas vezes... Custei a acreditar. Azeitonas pretas e verdes... Que dó, rsss...
Tiramos também fotos do bairro da Mouraria, célebre nos fados, vimos mais uma vez o Tejo ao fundo, competindo com outros turistas por um lugar na murada do castelo para uma boa foto...
Fizemos em seguida a Sé de Lisboa, visitei a igreja e a cripta da igreja de São Francisco de Lisboa, seu museu sacro (uma das igrejas mais abençoadas da Europa, com certeza), e pegamos um dos tradicionais bondinhos (eléctricos) amarelos para descermos até a praça do Rossio. Ainda deu pra dar uma espiada na igreja de São Domingos, procuramos a internet e, enfim, fomos lanchar próximos à margem do Tejo, no Cais do Sodré.
As igrejas de hoje, com exceção a de S. Francisco, me deixaram deprimido, juntamente com as tantas grosserias das pessoas... Ainda assim, recomendo que visitem o claustro da Sé, pois é muito interessante, cheio de escavações...
Quem for a Portugal, fique de olho no Pingo Doce. É uma cadeia de supermercados que existe em todo lugar. Tudo ótimo, de preços bons, produtos diferentes, com grande variedade. Por favor, desconsidere a rudeza dos portugueses que forem atendê-lo nos balcões deste supermercado e pense nas gostosuras que comerá... Sim, eu também fui mal atendido nos supermercados!
Eu fiz toda a lista dos produtos que comprei nos supermercados, mas tá ficando muito chato digitar tudo... Prefiro deixar algumas sugestões, para as pessoas terem ideia, em vez de escrever tudo o que comprei. Assim, ninguém também me chamará de guloso.
Só para terem uma noção... Um pacotão de batata chips no Pingo Doce sai por 49 centavos! Muito mais barato do que no Brasil; 4 pães de sal (que eles chamam de "brasileiros") custam 64 centavos; 1 kg e 600g de peras custou 59 centavos!!! E por aí vai...
Castelo de S. Jorge: 5 euros
Claustro da Sé: 5 euros (não vale, em comparação com o castelo, mas tem de ir...)
Museu da Ig. de Sto. Antônio: de graça!
Barca ida e volta, atravessando o Tejo: 4,24 (para 2 pessoas). Fomos até uma localidade pertencente à cidade de Almada, onde um homem tocava muito mal uma gaita de foles... Que tédio... Demos uma voltinha e pegamos a barca de volta...
(Foto: uma das torres do castelo de S. Jorge)