PORTO - BARCELOS - PORTO
Dia riquíssimo. Passamos pela ponte D. Luís I a pé, subimos até a Igreja de Santa Clara, descemos pela Muralha Fernandina e fomos experimentar o funicular dos Guindais. Usamos o andante para pagarmos este meio de transporte. Uma senhora simpaticíssima nos guiou até o elevador na superfície que dava acesso ao funicular. Esperou pegarmos o elevador e ainda abanou a mão.
Feita a descida pelo funicular, caminhamos pelo Cais da Ribeira, descobrindo seus encantos e recantos. Compramos algum artesanato (1 bandeira de Portugal por 1 euro, e dois panos de mesa por 2,50 euros cada) e continuamos pela margem do Douro, apreciando as barcas dos pescadores. Quis entrar na pequenina Capela do Ó, mas me deparei com um velório acontecendo lá dentro e saí à francesa. Pegamos a rua das Reboleiras e fomos até a linda e barroquíssima Igreja de São Francisco. Lá também pudemos visitar o seu Museu Sacro e suas enormes catacumbas. Confesso que não gostei muito da experiência, pois ficamos literalmente rodeados de gavetas tumulares por todos os lados, ao mesmo tempo em que pisamos em lápides. Lembrei-me de alguns filmes de terror.
Na saída, pensamos em pegar um bonde, que em Portugal chamam de eléctrico. Mas os bondes de greve. Porem, é exatamente nesses imprevistos da vida que conhecemos pessoas interessantes. E foi assim que o simpático casal de franceses Philippe e Marie France foram por nós encontrados, com a mesma dúvida quanto ao bonde. A conversa se estendeu até um café, onde eles nos pagaram o consumo, e ainda por cima nos convidaram para em uma próxima viagem nos hospedarmos em sua casa, no centro da França.
Em seguida, pegamos o métro, descemos no Minipreço, compramos um lanche.
mortadela: 0,79
4 croissants: 0,99
1 garrafa de 5 litros de água: 0,94
3 sacolinhas: 0,09
1 vidro de xampu: 1,19
Sim, nós tínhamos café da manhã no hotel, mas nossa intenção, durante toda a viagem de 26 dias, seria economizar no almoço e jantar.
Às 14 horas estávamos de volta ao hotel, quando a simpática guia Marta (mvm@netcabo.pt; recomend0-a a todos os que forem para o Norte de Portugal) nos pegou em uma carrinha (nome que dão à van). Iríamos a Barcelos, um dos pontos altos da viagem, cidade que é polo ancestral de minha família (Vilas Boas), junto a algumas outras. Na van, além de nós, iria Ilmara, de Belo Horizonte, uma colega muito animada, com quem pudemos conversar bastante.
Eh Barcelos? Ah... que encanto... Na próxima postagem você lê...
(A foto é de uma das pinturas no Museu Sacro da Igreja de S. Francisco, no Porto...).
Nenhum comentário:
Postar um comentário