(Foto: Joana d'Arc na Place des Pyramides)Desanimei de ir a Fontainebleau neste dia. Acho que dormi umas 10 horas. A gente fica muito cansado...
O primeiro roteiro hoje foi ao Marché aux Puces, na Porte Clignancourt. Muito decepcionante, mas só no último dia eu conheceria o verdadeiro Mercado das Pulgas. É que nesta manhã de sábado eu não tive coragem de ir além da feira confusa que me pareceu ser o tão procurado roteiro...
Depois, fomos so Musée des Égouts. Ah, decepcionante (o que encontrar também num museu de esgotos, não é?) e fétido. Não dei conta. O nariz começa a arder certa hora e tudo o que queremos é ar puro.
Daí fomos ao Musée du Quai de Branly, dedicado a todos os continentes, exceto o europeu. Pouca coisa do Brasil, geralmente ligada a índios ou ao candomblé. Havia uma montagem de fotos de Pierre Verger exibida com narração em uma tela de 14 polegadas, mas as informações eram incorretas e superficiais. Havia também duas vestes de egungum.
Em seguida, fomos ao Museu Galliera (de Moda), mas ele estava fechado, e ficamos lanchando em seu jardim.
Em seguida, atravessamos a cidade de metrô rumo à Catedral de Saint-Denis, em um local bem diferente da Paris que estava conhecendo. A região de Saint-Denis é conhecida por sua grande leva de imigrantes africanos e também latinos. 90% são africanos e pessoas do Oriente Médio. É um lugar confuso, infelizmente um tanto sujo, onde, nas proximidades da Catedral ocorria um casamento muçulmano. As mulheres gritavam muito, os homens estavam com ternos coloridos e carros caríssimos.
Na frente do templo, havia uma placa explicando que lá Joana d'Arc depositou suas armas.
Entramos logo na Catedral e fomos direto à cripta, onde uma guia explicava tudo direitinho. Quem estava lá, a história de cada túmulo e a relação do local com a cidade em vários momentos.
A cripta é linda, vários túmulos são suntuosos, sobretudo um que faz alusão a Maria Antonieta.
Vários reis da França estão lá enterrados.
De lá, fomos ao Musée des Arts Décoratifs, la rue de Rivoli, onde tivemos apenas meia hora para vermos algumas das exposições: brinquedos antigos (ah, eu tenho mais brinquedos do que os que estavam expostos lá), uma exposição sobre a cor vermelha, arte medieval, primeira Renascença, segunda Renascença...
De lá, caminhamos pela rue de Rivoli, vimos a linda Joana d'Arc dourada a cavalo na Place des Pyramides e terminamos na Avenue de l'Opéra, com a linda Ópera iluminada em meio a um trânsito louco de carros, lambretas, ônibus e pessoas. Infernal, rss...
O retorno ao apartamento foi em ônibus cheios, como os que pegamos praticamente o dia todo. E eu que imaginei que no sábado haveria menos gente nos metrôs.
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